Muitos acreditam que o cirurgião plástico é capaz de tornar qualquer um de monstro em modelo. Isso é um mentira, pode-se dar retoques e mudanças de acordo com a preferência do paciente, viabilidade do procedimento, habilidade do cirurgião e capacidade da conta bancária. Pois algumas custam pequenas fortunas.
Outro ponto que chama atenção, o padrão de beleza, como tornar uma pessoa bela num padrão tão entrelaçado de preconceitos e idealizações. Um conceito de beleza tão europeu, como desfazer de tantas beldades étnicas e transformá-las em barbies sem identidade.
Nâo tenhamos em mente a beleza global como um mar de manequins simétricos e perfeitamente iguais. Respeitemos a beleza individual e as preciosidade que cada carga genética tem a oferecer.
Um visão crítica é necessária, para não nascerem crianças tão diferentes de seus pais 'atuais', concebidas do molde 'original' (genético). Imagine uma criança se vendo em completa discrepância quanto a seus pais, questionando-se por não ter a mesma beleza, ou sequer semelhança. Se forma aqui o circulo vicioso?
Não vamos nos encher de procedimentos acreditando num milagre, esse vício de vaidade não gera deuses, apenas monstros. Os pequenos detalhes fazem a obra de arte, todos têm algo que incomoda, aquela manchinha, uma leve assimetria. Mas cuidado para não se tornar um vício, quando nasce, o ser humano é 0% plástico... qual a porcentagem quando for a óbito?






