Depois do fatídico dia da armação de Govannon e sua pupila vampira, tirei alguns dias para refletir sobre o ocorrido. Foi necessário manter somente as informações importantes acerca das intenções de Govannon, para q eu pudesse conter a minha indignação perante o fato.
Meus sentimentos agora estão contidos, posso dominá-los. Aos poucos tento entender as intenções de Govannon, que sendo boas ou ruins, me levam a um caminho de aprendizado. Entretanto, continuarei alerta, nunca se sabe o que se esconde por trás da máscara.
Nesse tempo, passei a estudar mais minhas magias, estou mais consciente do que posso fazer e de como posso agir, preciso estar forte, preciso estar atenta às minhas necessidades e às do grupo, já que construímos uma aliança, não tão forte, mas uma aliança.
Nesse tempo, passei a estudar mais minhas magias, estou mais consciente do que posso fazer e de como posso agir, preciso estar forte, preciso estar atenta às minhas necessidades e às do grupo, já que construímos uma aliança, não tão forte, mas uma aliança.
Contudo, bastou voltar àquela casa para re-surgirem problemas. Govannon reuniu o grupo para conversar e não passou muito tempo até as trevas surgirem. Ouviu-se um barulho vindo do corredor. Quem sabia que estávamos lá além de nós? A única coisa que vi foram muitos vampiros tomando a única passagem que existia além das janelas. Fui atingida sem ter tempo para reagir, caí desmaiada.
Quando acordei estava amarrada a uma cadeira, num ambiente caindo aos pedaços, um imóvel abandonado, talvez. Senti algum metal frio encostar na minha nuca – uma arma, pensei. Na minha frente, uma figura horrenda (não horrorosa que a da ilusão de Govannon, mas, ainda assim, asqueiroso e fétido), um vampiro muito forte. “Me diga o que você e sua corja escondem!” – dizia ele em tom de ameaça. Eu, atordida pela pancada, ainda semi-consciente, não sabia o que dizer. Só sabia q tinha que pensar rápido. “Onde eu estou? O que você quer de mim?” – eu dizia, ainda atormentada. “Eu sei que vocês escondem o que eu procuro dentro daquela casa! Me diga logo o que há de tão poderoso! Me diga, senão eu arranco a informação à força!” O que ele quer, eu não vou dar! Preciso ganhar tempo! E tranquei minha memória por alguns instantes. Mas onde diabos de meteram os outros? Me deixaram em apuros, bando de incompetentes!
“Eu não sei de nada!” – eu afirmava com convicção. Senti minha mente sendo vasculhada, mas senti que tinha feito a coisa certa. “Droga, essa mulher não sabe de nada realmente, peguei a pessoa errada! Você é uma inútil, matem-na!” Senti o metal encostar na minha nuca. Nesse instante, o teto caiu do outro lado da sala. Eram eles. Rastrearam a minha magia, finalmente fizeram algo de útil – pensei rapidamente. Govannon, a pupila, Kirin Toshiba e Carrara surgiam atrás da poeira levantada. Em instantes, Carrara se transfigurou e me puxou com cadeira e tudo de onde eu estava. “Pronto, estou salva!” – intuí. O que eu não esperava era perceber que Carrara tinha perdido o controle. Por um golpe de sorte consegui me soltar e dei um salto. Quando olhei para trás, a cadeira estava despedaçada na cabeça de uma das muitas criaturas que protegiam a sala.
“Eu não sei de nada!” – eu afirmava com convicção. Senti minha mente sendo vasculhada, mas senti que tinha feito a coisa certa. “Droga, essa mulher não sabe de nada realmente, peguei a pessoa errada! Você é uma inútil, matem-na!” Senti o metal encostar na minha nuca. Nesse instante, o teto caiu do outro lado da sala. Eram eles. Rastrearam a minha magia, finalmente fizeram algo de útil – pensei rapidamente. Govannon, a pupila, Kirin Toshiba e Carrara surgiam atrás da poeira levantada. Em instantes, Carrara se transfigurou e me puxou com cadeira e tudo de onde eu estava. “Pronto, estou salva!” – intuí. O que eu não esperava era perceber que Carrara tinha perdido o controle. Por um golpe de sorte consegui me soltar e dei um salto. Quando olhei para trás, a cadeira estava despedaçada na cabeça de uma das muitas criaturas que protegiam a sala.
Govannon começou um diálogo com o vampiro líder daquele bando. Pela primeira vez eu ouvi o nome daquela criatura: Desespero. Mas as palavras de Govannon não iriam adiantar, ele estava encolerizado! O motivo do ataque finalmente havia sido revelado naquela conversa: a vampira tinha capturado uma das criaturas que seguiam Desespero e sugou seu sangue até a morte. “Maldita, nos meteu em confusão” – pensei. Ainda tentei convencer Desespero a terminar com aquela perseguição, mas realmente nada que fosse dito iria adiantar, ele ia tentar nos levar para o caminho da morte.
Cada instante passado naquela sala era tempo perdido. Kirin, Toshiba e Carrara estavam atacando as pessoas erradas! Quando Govannon começou a atacar Desespero, foi então q finalmente os outros se deram conta de que as criaturas estavam sendo dominadas! O ataque a Desespero de todos os cantos veio logo em seguida. Quando estávamos quase matando Desespero, Govannon teve uma atitude inesperada: alguns dos ferimentos de Desespero foram curados e Govannon saiu arrastando-o para a saída. “Vamos embora”, instruiu Govannon. Falei alto: "Govannon sabe o que está fazendo, vamos embora daqui! O objetivo de vocês não era me resgatar? Pronto, agora larguem essas criaturas aí e vamos embora." Seguindo Govannon, finalmente descobri para onde tinham me levado: uma casa abandonada na Ladeira da Montanha.

