É essa a pior frase para a maioria dos homens ouvirem de suas namoradas, superando facilmente "Estou menstruada." ou "Quero discutir nossa relação..." e até mesmo "Ai amor, estou com dor de cabeça...". Em muitos casos o casal não tem preparo ou estabilidade para uma notícia dessa magnitude, gerando um caos na relação e a difícil tomada de decisões. O que fazer quando o casal é menor de idade e estudante?
No Brasil o aborto é crime, conseguindo-se apenas com um processo legal (tendo estupro como justificativa) ou em caso de risco de vida da mãe. Contudo, uma gestação não planejada não pode causar danos também? Que tipo de educação e estrutura uma menina de 16 ( ou 15, 14, 13, 12, 11!) pode dar a uma criança?
Não que se deva banalizar o procedimento, é muito agressivo, mas uma flexibilização da lei pode evitar o abandono de muitas crianças e a ruína de infâncias. Políticas melhores de educação sexual, um verdadeira e sem vínculos religiosos ou sob influência da moralidade hipócrita são necessárias. As crianças estão gerando crianças, é um absurdo! Os pais também devem ser educados para esse tipo de realidade e ajudar na prevenção.
Temos a necessidade de uma ampla campanha educacional para esse grave problema, que não só é de cunho social mas um sério desafio a saúde pública. A proporção de prematuros e doenças neonatais é bem superior a média normal, além de oferecer um risco maior a jovem mãe. Além da ausência de maturidade para encarar a nova realidade, é bastante difícil deixar de ser o centro do próprio mundo. Deixar de ser o centro das atenções é uma experiência bastante dura e somando-se a isso a carga de responsabilidade de criar o novo ser, que é totalmente dependente, é consideravelmente pesada.
Outro ponto complicado é a criação retrógrada e repressiva, jovens muito "trancados" geralmente não têm informação ou conhecimentos sobre sexo. Ainda porque os pais mais repressores têm vergonha de falar sobre o assunto ou o consideram um tabu. Em geral são frutos de um estilo de criação também repressor.
A solução plausível para este problema é uma campanha educacional de larga escala, com a inclusão de educação sexual com disciplina escolar desde o ensino básico (livre de tabus e ministrada por profissional capacitado), educação e informação da família (que é parte importante na formação e crescimento dos jovens), além de incentivo ao uma vida sexual saudável e ao uso de preservativos e métodos contraceptivos.

No Brasil o aborto é crime, conseguindo-se apenas com um processo legal (tendo estupro como justificativa) ou em caso de risco de vida da mãe. Contudo, uma gestação não planejada não pode causar danos também? Que tipo de educação e estrutura uma menina de 16 ( ou 15, 14, 13, 12, 11!) pode dar a uma criança?
Não que se deva banalizar o procedimento, é muito agressivo, mas uma flexibilização da lei pode evitar o abandono de muitas crianças e a ruína de infâncias. Políticas melhores de educação sexual, um verdadeira e sem vínculos religiosos ou sob influência da moralidade hipócrita são necessárias. As crianças estão gerando crianças, é um absurdo! Os pais também devem ser educados para esse tipo de realidade e ajudar na prevenção.
Temos a necessidade de uma ampla campanha educacional para esse grave problema, que não só é de cunho social mas um sério desafio a saúde pública. A proporção de prematuros e doenças neonatais é bem superior a média normal, além de oferecer um risco maior a jovem mãe. Além da ausência de maturidade para encarar a nova realidade, é bastante difícil deixar de ser o centro do próprio mundo. Deixar de ser o centro das atenções é uma experiência bastante dura e somando-se a isso a carga de responsabilidade de criar o novo ser, que é totalmente dependente, é consideravelmente pesada.
Outro ponto complicado é a criação retrógrada e repressiva, jovens muito "trancados" geralmente não têm informação ou conhecimentos sobre sexo. Ainda porque os pais mais repressores têm vergonha de falar sobre o assunto ou o consideram um tabu. Em geral são frutos de um estilo de criação também repressor.
A solução plausível para este problema é uma campanha educacional de larga escala, com a inclusão de educação sexual com disciplina escolar desde o ensino básico (livre de tabus e ministrada por profissional capacitado), educação e informação da família (que é parte importante na formação e crescimento dos jovens), além de incentivo ao uma vida sexual saudável e ao uso de preservativos e métodos contraceptivos.
Vamos deixar nossas crianças serem crianças...
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