Fé, divindades, devoção, rituais, costumes e cultura… ainda que a crença seja algo completamente individual ainda que com similaridades entres os indivíduos e afluindo de certa mistura de correntes, a religião se mostra algo mais organizacional. Trata-se como uma ‘sociedade’ onde os participantes se utilização de uma séries de pequenas regras para manifestar sua fé seguindo uma linha de idéias quanto a deidade que cultuam.
Simbolicamente pode-se notar a gama impressionante de associações que os sacerdotes e mesmo os fiéis se utilizam para representar suas idéias de povo, deuses, sacrifício ou quaisquer itens significantes a sua concepção religiosa. Além de auto-identificar como via única capaz de alcançar a recompensa divina sob suas variadas formas.
Um símbolo bastante interessante pode ser notado no cristianismo, o uso de animais de rebanho ou colônia que não possuem nenhuma repercussão enquanto indivíduo, sendo existentes apenas dentro de uma massa de outros. O cordeiro de sacrifício ou o peixe que não sai do cardume de fieis são um exemplo. Ostenta-se um estandarte de auto-anulação em prol da massa. A individualidade e até mesmo a identidade são prejudicadas nessa na moldagem de entidade própria. Transformando-se de sistema único (assim como os próprios texto tido sagrados lembram) para apenas uma peça do sistema.
Observa-se que em veículos, roupas e todos tipo de artigo de uso pode ser visto um símbolo – “Olhe para mim! Sou um peixe! Apenas mas um que abdicou de si mesmo e prol de uma felicidade sem mente!” – Parafraseando o próprio texto ‘sagrado’ está retornando ao estado antes da mordida do fruto da árvore do conhecimento. De volta ao estado de mais um animal do meio, sem mente própria.
Antes houvesse um retorno geral a um sistema mais puro, muito pelo contrário, por trás deste suposto sistema de purificação há toda uma logística. Afinal como não se aproveitar de tão grande e bastante crescente massa de fiéis perfeitamente manipuláveis? Claro que eles ouvirão e acatarão piamente quaisquer absurdos como os que frequentemente vazam nos meios de comunicação, como as perdas maciças de bens e os crimes financeiros constantes.
Um excelente produto de comércio é a fé, a esperança no invisível e a aceitação de promessas vazias perfazem um dos maiores negócio que a humanidade já viu. Troca-se tudo por nada, apenas pelo desejo do que está no desconhecido e a garantia que nenhum ser humano pode dar ao outro, o que está por trás do véu que separa vida e morte.
“De que adianta tão importante dádiva como o livre arbítrio se as pessoas a abdicam por uma falsa ‘felicidade’ ignorante?”

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