
As horas passavam como séculos, sequer prestava atenção na bela paisagem da janela, só via os olhos castanhos carinhosos de Luca em minha mente. Cheguei a sua casa e fui recebido como um filho querido, após um almoço maravilhoso que matou a saudade de comida de mãe, o Luca e eu fomos ao quarto conversar.
Ainda que tivéssemos nos comunicado, nunca pude dizer-lhe o que eu realmente fazia, era sigiloso e o sistema da base detectaria, então basicamente eu só estava numa escola militar. Mas entre nós sequer houve qualquer palavra, nossos olhos se encontraram (como da primeira vez), eu via meus olhos azuis no reflexo dos castanhos dele, no momento seguinte éramos um só novamente. Nossas bocas se uniram em inacreditável sintonia, eu sentia sua pele lisa esfregando no meu pêlo, seu cheiro extasiava as minhas narinas, o sabor enlouquecia minha boca, o tempo simplesmente não existia para nós. Ele estava deitado em sua cama e eu explorava seu corpo, o aroma inebriante, o sabor a cada lambida, seus olhos estava fechados e ele respirava ofegante. Retirei suas roupas e ele as minhas, foi quando o vi nu pela primeira vez, era o corpo de um homem, bem talhado e modelado, apenas poucas áreas com pêlos castanhos densos, era um contraste com o meu próprio corpo. Num movimento rápido ele inverteu nossas posições e passou a explorar-me o corpo, meu cheiro o enlouquecia, ele lambeu meus mamilos, passou o rosto em meu peito, barriga e me tocou o membro. Eu estava rijo, escorria, ele provou o aroma e tocou a língua devagar. Começou a lamber como a um doce maravilhoso, tive extrema dificuldade em me controlar para não gemer, sua boca já me envolvia, eu sequer conseguia abrir meu olhos, apenas curtia as sensações fantásticas de seu carinho em mim. Pus um travesseiro contra a boca e uivei abafado que atingi o êxtase, ele sorveu tudo e partilhou comigo do meu próprio sabor. Arfamos juntos e nos abraçamos nus, deitados em sua cama. Seus pais bateram a porta dizendo que iriam sair ao mercado de hidropônicos, nos despedimos deles sem nos levantar, através da porta trancada. Tínhamos o resto da tarde para nós.
Passamos alguns minutos olho no olho, abraçados, sentido o calor um do outro, aproveitando aquele momento, foi quando sem meu controle, eu meio que por instinto lhe disse: “- Eu te amo...”. Os olhos dele brilharam, um sorriso lindo brotou em sua boca, ele me abraçou forte e disse em meu ouvido: “- Há muito tempo eu esperava ouvir isso. Eu te amo também, desde a primeira vez que te vi”.Nesse momento algo estremeceu dentro de mim, eu já não me sentia mais sozinho, havia alguém que me tinha no coração e esse alguém me fazia feliz só por existir.
Mas novamente o aroma tomou minhas narinas, quando vi em seus olhos o desejo, ele me queria e eu a ele. Comecei a explorar-lhe o corpo, cheirava a cada centímetro, a pele lisa e quente exalava aquele perfume extasiante, deslizei minha língua sobre seu peito e abdome até que alcancei sua virilha, o cheiro estava mais forte, meu faro me levou mais abaixo, ergui as pernas de Luca e pude finalmente ver a fonte do aroma. Era rosado, liso, lindo, provei o gosto, levemente salgado, mas com algo diferente, o sabor dele, minha língua passeava livre e
selvagem, um som me chamou a atenção, meu Luca estava arfante, gemia gostoso, com aqueles olhinhos fechados e mordendo levemente o lábio inferior. Ele gemia no mesmo ritmo em que eu o explorava, gemidos abafados me pediam mais e mais, me incendiava o prazer que ele sentia comigo.
Em meio a todo aquele prazer algo estranho pulsou novamente em mim, em foi crescendo, meus instintos foram me tomando, eu já não estava com meu amor, era minha presa! Puxei-o num rápido movimento olhei dentro de seus olhos, que agora demonstravam medo e o pus de quatro a minha frente. Ele murmurava algo que eu não conseguia escutar, o cheiro era mais forte, meu membro estava rígido e sedento, eu queria possuir aquele a minha frente, seria somente meu, minha presa, adentrei-lhe lentamente. Eu o fazia desfrutar cada sentimento, ele ofegava, suava, gemia baixo, fui invadindo aquele corpo devagar, bem devagar até sermos um único corpo.
Então perguntei a ele em seu ouvido: “- A quem você pertence?”, ele respondeu meio gaguejante e trêmulo: “- A você! Sou apenas seu!”. Foi então que comecei, rítmico, sensual, como uma dança, o prazer era fantástico e me inebriava, ouvir os gemidos de Luca me alimentava, parecia que o tempo havia parado e o universo não existia. Segurei firme os quadris de dele, aumentei o ritmo, mais forte e mais rápido, se ouvia o impacto do meu corpo no dele, Luca gemia mais alto, parecia enlouquecido.
Não sei quanto tempo ficamos nesse transe maravilhoso, mas de repente ele começou a gemer estranho mais alto e eu senti o pulsar dele em mim, tinha atingido o êxtase! Me pressionava, não resisti e uivei, alcançamos juntos o prazer, o nirvana, a energia da existência corria em nossas veias e nos brindava de sensações fantásticas, inundei o Luca e caímos juntos, extasiados, na cama e pegamos no sono abraçados.
Acordei relaxado, feliz, senti algo acariciando os pêlos alvo-prateado de meu peito, era o Luca, ele deitado a meu lado e me fazendo carinho. “- Oi!”, eu lhe disse e “Bem vindo de volta!”, ele me respondeu enquanto recostava a cabeça em meu peito e brincava com os pêlos de minha barriga. Ao olhar à janela vi que já era noite, eu havia dormido por horas. Afaguei seus cabelos castanhos encaracolados, olhava para seu corpo, tão lindo, macio, pele lisa levemente amorenada pelo sol, era magro, mas bem contornado, era um homem bem formado com a pureza de um menino. Contrastava comigo, eu era mais alto e mais largo, músculos definidos no duro programa de treinamento, coberto de pêlos azul-claros, mas do queixo a face interna das coxas era uma faixa branco-prateada, era o corpo de um lobo.
O som dos pais de Luca à porta quebrou nossos pensamentos e nos convidavam a jantar, Luca levantou-se sentou sobre mim, puxou e me deu um beijo apaixonado e delicioso, me olhou por uns segundos e foi tomar banho. Sentei-me na beira da cama enquanto minha mente relembrava a maravilhosa tarde que tivemos, as sensações, os carinhos, o prazer, até se interrompido pela saída de Luca, cheiroso e enrolado na toalha. Levantei e fui tomar meu banho, enquanto ele me admirava andando pelo quarto.

Ainda que tivéssemos nos comunicado, nunca pude dizer-lhe o que eu realmente fazia, era sigiloso e o sistema da base detectaria, então basicamente eu só estava numa escola militar. Mas entre nós sequer houve qualquer palavra, nossos olhos se encontraram (como da primeira vez), eu via meus olhos azuis no reflexo dos castanhos dele, no momento seguinte éramos um só novamente. Nossas bocas se uniram em inacreditável sintonia, eu sentia sua pele lisa esfregando no meu pêlo, seu cheiro extasiava as minhas narinas, o sabor enlouquecia minha boca, o tempo simplesmente não existia para nós. Ele estava deitado em sua cama e eu explorava seu corpo, o aroma inebriante, o sabor a cada lambida, seus olhos estava fechados e ele respirava ofegante. Retirei suas roupas e ele as minhas, foi quando o vi nu pela primeira vez, era o corpo de um homem, bem talhado e modelado, apenas poucas áreas com pêlos castanhos densos, era um contraste com o meu próprio corpo. Num movimento rápido ele inverteu nossas posições e passou a explorar-me o corpo, meu cheiro o enlouquecia, ele lambeu meus mamilos, passou o rosto em meu peito, barriga e me tocou o membro. Eu estava rijo, escorria, ele provou o aroma e tocou a língua devagar. Começou a lamber como a um doce maravilhoso, tive extrema dificuldade em me controlar para não gemer, sua boca já me envolvia, eu sequer conseguia abrir meu olhos, apenas curtia as sensações fantásticas de seu carinho em mim. Pus um travesseiro contra a boca e uivei abafado que atingi o êxtase, ele sorveu tudo e partilhou comigo do meu próprio sabor. Arfamos juntos e nos abraçamos nus, deitados em sua cama. Seus pais bateram a porta dizendo que iriam sair ao mercado de hidropônicos, nos despedimos deles sem nos levantar, através da porta trancada. Tínhamos o resto da tarde para nós.
Passamos alguns minutos olho no olho, abraçados, sentido o calor um do outro, aproveitando aquele momento, foi quando sem meu controle, eu meio que por instinto lhe disse: “- Eu te amo...”. Os olhos dele brilharam, um sorriso lindo brotou em sua boca, ele me abraçou forte e disse em meu ouvido: “- Há muito tempo eu esperava ouvir isso. Eu te amo também, desde a primeira vez que te vi”.Nesse momento algo estremeceu dentro de mim, eu já não me sentia mais sozinho, havia alguém que me tinha no coração e esse alguém me fazia feliz só por existir.
Mas novamente o aroma tomou minhas narinas, quando vi em seus olhos o desejo, ele me queria e eu a ele. Comecei a explorar-lhe o corpo, cheirava a cada centímetro, a pele lisa e quente exalava aquele perfume extasiante, deslizei minha língua sobre seu peito e abdome até que alcancei sua virilha, o cheiro estava mais forte, meu faro me levou mais abaixo, ergui as pernas de Luca e pude finalmente ver a fonte do aroma. Era rosado, liso, lindo, provei o gosto, levemente salgado, mas com algo diferente, o sabor dele, minha língua passeava livre e
selvagem, um som me chamou a atenção, meu Luca estava arfante, gemia gostoso, com aqueles olhinhos fechados e mordendo levemente o lábio inferior. Ele gemia no mesmo ritmo em que eu o explorava, gemidos abafados me pediam mais e mais, me incendiava o prazer que ele sentia comigo.
Em meio a todo aquele prazer algo estranho pulsou novamente em mim, em foi crescendo, meus instintos foram me tomando, eu já não estava com meu amor, era minha presa! Puxei-o num rápido movimento olhei dentro de seus olhos, que agora demonstravam medo e o pus de quatro a minha frente. Ele murmurava algo que eu não conseguia escutar, o cheiro era mais forte, meu membro estava rígido e sedento, eu queria possuir aquele a minha frente, seria somente meu, minha presa, adentrei-lhe lentamente. Eu o fazia desfrutar cada sentimento, ele ofegava, suava, gemia baixo, fui invadindo aquele corpo devagar, bem devagar até sermos um único corpo.
Então perguntei a ele em seu ouvido: “- A quem você pertence?”, ele respondeu meio gaguejante e trêmulo: “- A você! Sou apenas seu!”. Foi então que comecei, rítmico, sensual, como uma dança, o prazer era fantástico e me inebriava, ouvir os gemidos de Luca me alimentava, parecia que o tempo havia parado e o universo não existia. Segurei firme os quadris de dele, aumentei o ritmo, mais forte e mais rápido, se ouvia o impacto do meu corpo no dele, Luca gemia mais alto, parecia enlouquecido.
Não sei quanto tempo ficamos nesse transe maravilhoso, mas de repente ele começou a gemer estranho mais alto e eu senti o pulsar dele em mim, tinha atingido o êxtase! Me pressionava, não resisti e uivei, alcançamos juntos o prazer, o nirvana, a energia da existência corria em nossas veias e nos brindava de sensações fantásticas, inundei o Luca e caímos juntos, extasiados, na cama e pegamos no sono abraçados.
Acordei relaxado, feliz, senti algo acariciando os pêlos alvo-prateado de meu peito, era o Luca, ele deitado a meu lado e me fazendo carinho. “- Oi!”, eu lhe disse e “Bem vindo de volta!”, ele me respondeu enquanto recostava a cabeça em meu peito e brincava com os pêlos de minha barriga. Ao olhar à janela vi que já era noite, eu havia dormido por horas. Afaguei seus cabelos castanhos encaracolados, olhava para seu corpo, tão lindo, macio, pele lisa levemente amorenada pelo sol, era magro, mas bem contornado, era um homem bem formado com a pureza de um menino. Contrastava comigo, eu era mais alto e mais largo, músculos definidos no duro programa de treinamento, coberto de pêlos azul-claros, mas do queixo a face interna das coxas era uma faixa branco-prateada, era o corpo de um lobo.
O som dos pais de Luca à porta quebrou nossos pensamentos e nos convidavam a jantar, Luca levantou-se sentou sobre mim, puxou e me deu um beijo apaixonado e delicioso, me olhou por uns segundos e foi tomar banho. Sentei-me na beira da cama enquanto minha mente relembrava a maravilhosa tarde que tivemos, as sensações, os carinhos, o prazer, até se interrompido pela saída de Luca, cheiroso e enrolado na toalha. Levantei e fui tomar meu banho, enquanto ele me admirava andando pelo quarto.

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